sábado, janeiro 14, 2017

UMA CASA PORTUGUESA


D.L.

(ler +)

(A "outra portuguesa", a que se refere Lourenço Rodrigues, "que trouxe a canção para Lisboa" e que a deu a conhecer, cantando-a "num «cabaret» já desaparecido" é, como se sabe, Maria da Conceição, igualmente criadora da Mãe Preta - o Barco Negro de Amália e de D. Mourão-Ferreira -, fadista que teve, em Alfama, uma casa de Fados, precisamente o Cantinho da Mãe Preta...)

sexta-feira, janeiro 06, 2017

Dia / Noite de REIS...

... em algumas casas de Fado / Restaurantes típicos de Lisboa, com o tradicional Bolo Rei, brindes,  surpresas, elencos, convidados especiais...




























(recortes do D.L. 1950-1969)

sábado, dezembro 24, 2016

MÃE NATAL



Com este "MÃE NATAL", da autoria de Jorge Athayde e de Silva Ferreira, interpretado por Chico Madureira, aqui ficam os meus votos de um Santo Natal e de um excepcional 2017.

segunda-feira, dezembro 19, 2016

ELVIRA COSTA

D.L.

"...  De todos os géneros originalmente gravados em disco, o fado foi, sem dúvida, aquele que permaneceu até hoje, e cuja história não pode ser contada separadamente da história da gravação. ..." (daqui)

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(ler+)

segunda-feira, novembro 14, 2016

JOAQUIM PIMENTEL - Oficial da Ordem do Infante D. Henrique



D.L.

(Nota: na Wikipédia, consta o nome de Joaquim Viana Pimentel e não Joaquim Tavares Pimentel, como, creio, esteja correcto).

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Fado da Despedida (excerto)
Ouça aqui

sexta-feira, novembro 11, 2016

O FADO


" ...
Guitarras da Mouraria
Quando me ouviam cantar
Diziam que eu podia
Fazer do fado um altar.
..."

("O Fado" - As canções de António Botto)

"... Em 29 de Outubro de 1965 os seus restos mortais foram trasladados para Lisboa, por via aérea, mas só em 11 de Novembro de 1966 foram depositados num gavetão no Cemitério do Alto de São João, tendo assistido ao acto José Régio, Ferreira de Castro, David Mourão-Ferreira, Luís Amaro, Natália Correia, entre outros. ..." (ler +)

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D.L.65

D.L.66

terça-feira, outubro 25, 2016

ÍDOLOS DO FADO


Talvez lhe interesse saber que a Biblioteca Nacional Digital disponibilizou o "Ídolos do Fado", a que pode aceder através deste link
       http://purl.pt/28992

Aqui fica a informação que me foi prestada por José Leite, do excelentíssimo "Restos de Colecção", a quem, mais uma vez, agradeço.

quarta-feira, setembro 28, 2016

CECÍLIA DE ALMEIDA, a «Cotovia do Bairro Alto»

Em 1936, a cantadeira Cecília de Almeida, é assim lembrada na Guitarra de Portugal.

1936

"Filha do Bairro Alto", Cecília de Almeida estreou-se como cantadeira, em 1930, no «Salão Artístico de Fados», no Parque Mayer,

 1931

mas actuou também no «Moinho Vermelho»,
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no «Salão Sul América»

e no «Salão Jansen»
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Integrou o «Grupo Artístico de Fados Maria do Carmo»
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e a «Troupe Artística de Fados»
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tendo participado na festa de homenagem à distinta cantadeira  Deonilde Gouveia,
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Das suas criações, destaca-se o fado-marcha "Mimi", cuja música se deve ao guitarrista João Fernandes e a letra a J. Linhares Barbosa,

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cantado no «Solar d' Alegria» onde, ao tempo, também actuavam Maria Albertina e Hermínia Silva, entre outros
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Este fado foi inclusivamente dramatizado e levado a cena, num espectáculo em que Cecília d'Almeida não participou, vítima que foi de "doença repentina"

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Em 5 de Agosto de 1931, festeja-se a "insinuante cantadeira" no «Salão Artístico de Fados» onde pontificam Armandinho e Georgino de Sousa

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Nessa noite, Cecília de Almeida, a festejada, terá interpretado algumas das suas mais admiráveis criações, dentre as quais "Bate n'aquilo que é seu", uma letra de  Linhares Barbosa com música de Guilherme Coração,
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um fado que Hermínia Silva também gravou, com o título "Plágio", dada a autoria a Domingos Costa


e muito posteriormente Mª José Ramos também gravou como "Amo um fadista a meu jeito".

Em 1931, Cecília de Almeida, Ercília Costa, Berta Cardoso, Armandinho e Georgino de Sousa gravam, em Madrid, para a "Odeon", alguns dos seus maiores êxitos. 

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Para além dos já acima referidos fados, Cecília gravou "Justiça humana" e "Ruas do meu bairro"

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Em 23 de Janeiro de 1932, na coluna "Doentes" da "Guitarra de Portugal" prenuncia-se o lamentável e por certo inesperado desfecho ocorrido em pouco mais de uma semana - Cecília que então se encontrava "abalada de saúde", morre a 2 de Fevereiro desse ano, 


deixando na comunidade fadista um imenso pesar pela prematura partida da tão talentosa "Cotovia".


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Essa voz, nesses quatro fados, pode agora ouvi-la aqui

Aqui ficamos com o "Ruas do meu bairro" que termina com estes versos: "Vivo à espera da morte / Lá na travessa da Espera"... espera que não se fez esperar, hélas!...

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